Lembra daquela noite sem fim sob o manto estrelado do mundo?
Lembra daquela vela branca, de manhã, no horizonte verde do mar de João Pessoa, indo-se para sempre?
Lembra de nós, nossas intempéries?
Lembra dos nossos olhos: cascatas, e cachoeiras, e cataratas, e quedas d’água… o dilúvio salgado e terno?
Quando nascerão os nossos sisos – os dentes do juízo – em substituição aos nossos dentes afiados e precisos?
TõeRoberto
